26 de fevereiro de 2013

"Quando Estiveres Triste, Sonha" - Elizabeth Berg


Sinopse

Kitty e Louise Heaney despedem-se dos respectivos namorados, Julian e Michael, que vão combater na Segunda Guerra Mundial. As irmãs Heaney sentam-se à mesa da cozinha, todas as noites, para escrever cartas: Louise, ao noivo; Kitty, ao homem de quem anseia ardentemente receber um pedido de casamento; e a terceira, Tish Heaney, a um grupo de homens, sempre diferente, que ela vai conhecendo nos bailes da United Service Organization. Nas cartas que as irmãs enviam e recebem, há imagens fugazes e íntimas da vida, tanto na frente de batalha, como em casa. Para Kitty, uma jovem confiante e voluntariosa, a partida do namorado e as lições que aprende sobre amor, resistência e guerra trarão uma surpresa e revelarão um segredo, levando-a a uma acção radical em nome das pessoas que ama, que transformará para sempre a família Heaney. As consequências perenes das escolhas que as irmãs fazem são o centro deste magnífico romance sobre o poder do amor e a força duradoura da família. 

Minha opinião

Comprei este livro por acaso, por ser um livro de bolso e dava imenso jeito para ler nos transportes públicos a caminho do trabalho. Também comprei porque o titulo pareceu-me tão inspirador que pensei que mudaria a forma de eu pensar sobre algum assunto. Confesso que fiquei um pouco desiludida, porque pensei que fosse diferente, não é mau o livro...longe disso! Apenas pensei que fosse uma história mais inspiradora, como o título.


Este livro  é que uma autora que tinha ouvido falar, Elizabeth Berg, apesar de nunca ter lido nenhum dos seus livros. A maior parte da história passa-se durante a 2ª Guerra Mundial, e é interessante conhecer alguns pormenores não da vida de quem foi combater, mas das suas famílias, amigos, namoradas e mulheres, o seu dia-a-dia e o seu também esforço para lutar nesta guerra, mas de outras formas. A forma como retrata a guerra é um pouco patriota demais para o meus gosto, mas temos que ver a época e a nação que retrata, os EUA.

Confesso que gostei mais de ficar a saber como é que as pessoas tentavam manter a normalidade da sua via em tempo de guerra e outros dados interessantes, como o sistema de correio em tempo de guerra e os bailes e outro tipo de festividades que se organizaram para "alegrar" aqueles que vinham de licença e depois voltariam a ir lutar para sitios distantes das suas casas, do que propriamente da história principal.
É um livro de leitura leve, lê-se bem mas há partes que  mais paradas que podiam ter mais profundidade, para captar mais o leitor. Mas até gostei, estava à espera que fosse diferente como disse...mas aconselho!

Beijinho****



 

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